British Museum #Londres, Reino Unido

British Museum
Cidade: Londres, Inglaterra
Local: Great Russell st, Russell Square
Underground: Quatro estações próximas

    1. Tottenham Court Road: 5min
    2. Holborn: 7min
    3. Russell Square: 7min
    4. Goodge Street: 8min

Tema: História Universal
Site: https://www.britishmuseum.org/
Google Maps: https://goo.gl/maps/BritishMuseum
Preço: FREE

⭐ Importância Histórica e Conteúdo ⭐ Arquitetura e Ambiente Interno ⭐ Sala de Exibição e Iluminação ⭐ Qualidade da Coleção dos Itens ⭐ Exibição e Exposição ⭐ Tecnologia e Interação ⭐ Descrição e Display (Inglês) ⭐ Fotografias e/ou Ilustração Explicativas ⭐ Recepção e Areas Públicas ⭐ Localização, Preço e Acesso

Bom, traduzir uma experiência pelo British Museum (Museu Britânico) é ampla e extremamente complexa. Simplesmente pelo fato de que a história do mundo, em partes, está depositada em suas galerias. Como alguns dos grandes museus de arte e cultura pelo mundo que estivemos o British Museum tem seu “charme” em particular, exatamente por se tratar de um dos principais museu do maior Império da história que a nossa civilização conheceu – O Império Britânico.

Um Império que estendeu seus domínios políticos e econômicos por todas as partes do globo e com isso arrematou inúmeros artefatos, e suas histórias, nos mais diversos cantos e precisamente abstraiu as inúmeras culturas ao redor do planeta. Com suas contradições remanescente de um dos maiores poderios bélicos do século 19, a Inglaterra se tornou possuidora de tesouros incalculáveis que compõem a história da humanidade dos quais vários desses tesouros estão no British Museum.





O Museu Britânico é um marco fundamental no estabelecimento do método museológico, além de representar diversos aspectos característicos tanto da sociedade inglesa vitoriana quanto do pensamento político e científico do século XIX. Aberto em 15 de janeiro de 1759, após a aprovação do rei Jorge II em 1753, foi o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional em todo o mundo. Projeto do arquiteto Sir Robert Smirke, foi finalizada em 1852. De inspiração grega, tendência arquitetônica na Europa desde o século anterior, a edificação neoclássica, formada por quatro alas (norte, sul, leste e oeste).


O que ver no Museu Britânico
A imensa coleção do museu é distribuída em alas separadas de acordo com áreas geográficas:

Egito Antigo
O museu guarda a maior e mais abrangente coleção de antiguidades do Egito, fora do Museu do Cairo. Juntos, os objetos ilustram cada aspecto das culturas do vale do Nilo, abrangendo mais de 10 mil anos.

Existem sete galerias permanentes do Egito: a sala 4 do andar térreo (a maior do Museu) com a mostra de esculturas e 6 galerias no andar superior. Em exibição estão somente cerca de 4% da coleção de 110 mil peças. É no andar superior (salas 61-52) que está a coleção de 140 múmias e sarcófagos, incluindo múmias de animais.








Pedra de Roseta

Sobre a Pedra de Roseta https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_de_Roseta | Um dos principais artefatos em exposição no Museu.

Grécia e Roma Antiga
A coleção de peças da Grécia Antiga do museu inclui, além das esculturas do Pártenon, elementos de duas das Sete Maravilhas do Mundo Antigo: do Mausoléu de Halicarnasso (sala 21) e do Templo de Ártemis em Éfeso (sala 22). Nas galerias 6 e 12 a 23 do andar térreo estão dispostas os monumentos e peças de arquitetura. Já no andar superior (salas 69 a 73) estão as peças menores vindas da Itália, Grécia, Chipre e do Império Romano.









Busto – Alexandre “O Grande”



Europa
As salas 40 a 61 do andar superior do museu são dedicadas à Europa. Cada sala abrange um período determinado, da pré-história (sala 51) até o presente (sala 48).

O destaque, no entanto, é para a sala 41, que cobre o período ente 300 e 1100 aD. Nesta galeria está exposta a coleção chamada Sutton Hoo, com itens provenientes de um sítio arqueológico localizado no condado de Suffolk, na Inglaterra. No local foram encontrados dois “cemitérios” dos séculos VI e VII d.C. . A mais importante peça é um elmo cerimonial de ferro ornado com painéis em liga de cobre, que pode ter pertencido a um rei anglo-saxão.











Ásia
A coleção de mais de 75 mil objetos cobre culturas de todo o continente asiático – da Índia a China, do Oriente Médio ao Japão – abrangendo desde o período neolítico até o presente. Os destaques incluem uma importante coleção de esculturas do subcontinente indiano (sala 33a), objetos da China incluindo antiguidades, pinturas, porcelanas, cerâmicas e outras artes aplicadas (salas 33, 33b e 95) e a coleção de obras de arte japonesa de antes do século XX mais abrangente do ocidente (salas 92 a 94).

Oriente Médio
No andar térreo há uma maravilhosa exposição de esculturas e tesouros da Assíria, nas salas 6 a 10. Nessa última, um dos destaques do Museu Britânico: os baixo-relevos mostrando cenas de caçadas a leões, parte da maior coleção de antiguidades da Mesopotâmia do mundo fora do Iraque.

Já no andar superior, as salas 42 e 43 são dedicadas ao mundo islâmico e nas salas 52 a 59 incluem objetos provenientes da Mesopotâmia, Pérsia, Península Arábica, Anatólia, Cáucaso, partes da Ásia Central, Síria, Terra Santa, e outros desde o período pré-histórico, incluindo objetos do início do Islamismo no século VII.









África
A sala 25 do andar inferior compreende três galerias – as Sainsbury African Galleries – que exibem 600 objetos da maior coleção permanente de cultura e arte africana do mundo composta por mais de 200 mil itens. Os destaques são para as esculturas de bronze provenientes do Benim e a Cabeça de Ife, uma escultura de bronze da cabeça de um governante Yoruba. Ficaremos devendo as fotos desse salão –

Américas
A coleção das Américas inclui principalmente peças dos séculos XIX e XX, mas as culturas Inca, Maia e Asteca também são representadas. A sala 26 é dedicada à América do Norte e a sala 27 ao México.



Grande Salão e outras Galerias


Iluminismo (sala 1) – abrigada na linda King’s Library, é uma verdadeira introdução ao museu. Na galeria, além dos livros do Rei George III, a mostra expõe objetos que contam a história de como as peças do museu foram reunidas e colecionadas.

Colecionando o Mundo (sala 2) – celebra alguns dos colecionadores que ajudaram a moldar o que o museu é hoje e o que planeja para o futuro.

Viver e Morrer (sala 24) – explora as diferentes formas com que as sociedades contam para se manterem saudáveis e longe de doenças, problemas e perigos.

Dinheiro (sala 68) – dispõe a história do dinheiro no mundo e tipos diferentes de moedas, de notas a conchas ou telefones celulares.

— Sem dúvida que a visita ao Museu Britânico é uma viagem ao passado, um cenário perfeito para quem aprecia e  ama as artes e a história das civilizações. Para mim, digo nós, foi sensacional e, sem dúvida que será necessário uma outra visita ao Museu, quando viermos novamente a Londres, para completar o circuito, pois somente um dia é impossível. Um grande abraço e Valew Valew !!!.

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