Historium #Bruges, Bélgica

Historium Brugge
Cidade:  Bruges, Bélgica
Localização: Grote Markt Square | Centro
Tema: History, Religious and Health
O centro histórico da cidade é um Patrimônio Mundial da UNESCO, 2000
Link: https://www.historium.be/en
Google Maps: https://g.page/Historium
Price: 17.5
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Basílica do Sacré-Coeur & Musée de Montmartre #Paris, França

Basílica do Sacré-Coeur & Musée de Montmartre
Cidade: Paris, França
Local: Rua Cortot, 12 (Musée) – Montmartre
Tema: História, Sociedade, Arquitetura e Religião
Site Basílica: http://www.sacre-coeur-montmartre.com/
Site Musée: https://museedemontmartre.fr/
Metro : Estação Pigalle ou Anvers | M2 Porte Dauphine-Nation
Google Maps: https://goo.gl/maps/Basílica_SacréCœur | https://goo.gl/maps/MuséeMontmartre
Preço: Basílica FREE | Museu 13

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Nahargarh Fort #Jaipur, Índia

Nahargarh Fort , “Morada dos Tigres”
Cidade: Jaipur, Rajasthan, Índia
Local: Colinas de Aravalli ao norte da cidade de Jaipur
Tema: História, Arquitetura, Cultura e Sociedade
Site: http://www.tourism.rajasthan.gov.in/nahargarh-fort.html
Wiki: https://en.wikipedia.org/wiki/NahargarhFort
Google Maps: https://goo.gl/maps/NahargarhFort
Como Chegar: Taxi ou Tuk-Tuk
Preço: Turista Estrangeiro :: ₹ 200/-IND (2,5 €)
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Holodomor Memorial #Kiev, Ucrânia

Museu Nacional do Genocídio de Holodomor
Cidade: Kiev, Ucrânia
Local: Parque da Glória Eterna | Próximo ao Mosteiro de Kiev
Metro: Estação Arsenalna
Tema: Política, Sociedade e Comunismo
Período: 1932 a 1933 | República Socialista Soviética da Ucrânia
Wiki: https://pt.wikipedia.org/wiki/Holodomor
Site: https://holodomormuseum.org.ua/en/
Site: https://holodomor.ca/
Google Maps: https://goo.gl/maps/HolomodorMemorial
Preço: 30 UAH (01 €)

⭐ Importância Histórica e Conteúdo ⭐ Arquitetura e Ambiente Interno ⭐ Sala de Exibição e Iluminação ⭐ Qualidade da Coleção dos Itens ⭐ Exibição e Exposição ⭐ Tecnologia e Interação ⭐ Descrição e Display (Inglês+Russo+Ucraniano) ⭐ Fotografias e/ou Ilustração Explicativas ⭐ Recepção e Areas Públicas ⭐ Localização, Preço e Acesso.

Sempre foi uma das grandes curiosidades minhas como estudante de história conhecer melhor os assuntos ligados as culturas distantes da realidade brasileira. Mesmo para nós, enquanto acadêmicos de história, certos assuntos além de difícil compreensão, justamente pelas frágeis referências sociais, políticas e culturais, nos encontramos sem as devidas experiências a campo, digo viagens, museus, etc … também pelo fato de literatura reduzida.

Ao realizar um curso on-line pela University of California Santa Cruz – Russian History: from Lenin to Putin, pude ampliar parte dos meus conhecimentos a respeito do Comunismo Soviético, sobre as questões sociais, políticas e econômicas que marcaram esse sistema, entendendo com maiores detalhes os diversos aspectos da historiografia Russa e seus desdobramentos. Foi quando Holodomor se revelou um tema intrigante para a minha curiosidade histórica. Nessa viagem a Kiev, o memorial foi um achado certeiro.

A Ucrânia e Rússia são duas nações irmãs, que compartilham cultura e línguas semelhantes, mas que ao longo dos tempos, revelaram conflitos e um enorme ressentimento. Um desses momentos de perturbação mútua e revolta histórica foi Holodomor.

O termo Holodomor se refere à fome genocida na Ucrânia que ocorreu em 1932-1933, durante a qual milhões de homens, mulheres e crianças foram mortos de fome pelo regime comunista de Joseph Stalin, Holodomor significa “morte infligida pela fome”. O governo soviético usou a comida como arma contra a população rural ucraniana. Também exterminou a liderança cultural, religiosa, intelectual e política da Ucrânia. Ao cometer esse genocídio, as autoridades soviéticas procuraram reprimir as aspirações ucranianas por autonomia “russificação” e erradicar toda a oposição à coletivização e ao regime comunista.

Na União Soviética, o Holodomor era um assunto tabu, negado e encoberto. As autoridades soviéticas também atacaram os jornalistas ocidentais que se esforçavam para informar o público sobre a fome. Assim, o Holodomor quase desapareceu da consciência mundial. Desde o colapso da União Soviética em 1991, os arquivos na Rússia e na Ucrânia, que durante décadas estiveram fora dos limites para os estudiosos, tornaram-se acessíveis. Isso levou a uma compreensão mais completa do Holodomor e seu significado histórico, incluindo suas consequências de longo alcance nos assuntos atuais.

O Memorial Museu de Holodomor fica em um parque de Kiev, o Parque da Glória Eterna, bem próximo ao Mosteiro da cidade. É uma região muito rica de se visitar culturalmente, pois há no entorno diversos “emblemas” que relatam a história e o significado da sociedade ucraniana, tais como museus, monumentos, memoriais, igrejas, etc …

O espaço-memorial fica no sub-solo, no meio do parque, abaixo do monumento que representa uma vela acesa – Vela da Memória. Em setembro de 2019, o complexo memorial-museu, ainda estava em reforma, nesse link há maiores informações sobre o projeto https://holodomormuseum.org.ua/en/architectural-project-of-the-museum/ – mas existe um sala de exibição que é aberta ao público, com isso, pude vivenciar um pouco mais próximo essa triste realidade histórica. É realmente tocante e a visita nos exige reflexão.

Uma tarefa importante do Museu Holodomor é lembrar a identidade ucraniana, que foi substituída pela identidade soviética. O Museu é um intermediário no processo de transferência de informações e memórias sobre o Holodomor. Demonstra conexão entre diferentes gerações da nação ucraniana e preserva a memória sobre a tentativa de sua destruição. No espaço está ilustrado, com elementos vivos, o modo de vida dos camponeses ucranianos, suas relações sociais e meios de produção.

Em 1928 , a liderança soviética anunciou uma política de coletivização, combinando fazendas privadas individuais as fazendas coletivas de propriedades estatais. Cada agricultor tinha um certo número de dias úteis, por trabalhar fora, do qual era pago por produto natural. No entanto, a maioria dos dias úteis era tão miserável que negava a oportunidade do agricultor de alimentar ele e sua família. Considerando o forte senso de individualismo dos agricultores ucranianos, a política de implementação do sistema agrícola coletivo na Ucrânia recebeu a resistência. É por isso que os moradores foram arrastados à força nas fazendas coletivas por compulsão, terror e guerra de propaganda como dissidentes, sobre os quais o regime ostentou o rótulo de “kulaks“, “nacionalistas burgueses“, “contra-revolucionários” e destruíram essas pessoas.

A decisão genocida seguinte foi o estabelecimento de multas por alimentos – o direito do Estado de tirar dos camponeses não apenas grãos, mas toda a comida e propriedade que poderiam ser vendidas ou trocadas por alimentos, o que não estava em nenhuma outra república soviética. O Kremlin determinou retirada completa de todos os suprimentos de comida da Ucrânia. Na primavera de 1933, a taxa de mortalidade na Ucrânia tornou-se catastrófica. A morte levava todos os dias 28 mil pessoas, a cada hora 1.168 pessoas, a cada minuto 20 pessoas.

O Memorial é precioso em documentos fotográficos e filmografias. Diversos estudos e pesquisas são realizados pela The Holodomor Research and Education Consortium através do Canadian Institute of Ukrainian Studies, University of Alberta CA, com objetivo de manter essa memória viva. E a cada publicação dos estudos sobre o Holodomor a realidade do passado se revela ainda mais cruel, apontando as barbaridades realizadas, sempre em referência as razões econômicas e políticas tomadas pelo comunismo soviético, que se impôs brutalmente aos camponeses ucranianos, sob a liderança de Stalin.

Mais uma viagem no tempo, que foi para a conta. E, ao final, a conta, para os Ucranianos, foi extremamente alta. Estima-se mais de 7 milhões de ucranianos mortos, vítimas pela fome. O conhecimento da história de Holodomor, que é dado pelo museu, levanta questões de moralidade – estima o respeito à memória das vítimas do genocídio, gera compaixão e repensa as posições pessoais da vida, que é o valor mais alto.

o Museu Holodomor chama a atenção para a questão do “terror pela fome”, que ainda é usado no século XXI em diferentes países do mundo.

Monumento > “Vela da Memória”
Escultura > “Memórias Amargas da Infância”

Hoje, o Museu Nacional do Holodomor-genocídio existe na forma memorial “Vela da Memória”, enquanto o museu completo com infraestrutura adequada ainda não foi finalizado. Um valew valew Kiev !!!!

Museu da Grande Guerra Patriótica #Minsk, Bielorussia

Museu Bielorrusso da Grande Guerra Patriótica
Cidade: Minsk, Bielorrússia (Belarus)
Local: Victory Park
Tema: 2ª Guerra Mundial | Grande Guerra Patriótica
Estação de Metrô: Niamiha | Próx. ao Palácio de Esportes | 1,5 km
Site: http://www.warmuseum.by/
Google Maps: https://goo.gl/maps/PatrioticWarMuseum
Preço: 09 BYN (04 €)
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Fábrica de Oskar Schindler #Cracóvia, Polônia

Oskar Schindler’s Enamel Factory
Cidade: Cracóvia, Polônia
Local: Região de Zabłocie – rua 4 Lipowa, Ao Lado do Museu de Arte Contemporânea.
Tema: 2ª Guerra Mundial | Nazismo e Judeus
Estação: Kraków Zabłocie
Site: https://www.muzeumkrakowa.pl/fabryka-schindlera
Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Oskar_Schindler | Biografia
Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Lista_de_Schindler | Filme
Google Maps: https://g.page/fabryka-oskara-schindlera
Preço: 25 PLN (05 €)
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Auschwitz-Birkenau Nazi Camp #Polônia

Auschwitz-Birkenau Nazi Camp #Polônia
Cidade: Auschwitz e Birkenau, Polônia
Local: Oświęcim (Auschwitz) 50km de Cracóvia, ao Sul da Polônia
Tema: Memorial de Guerra, Prisão, Holocausto e Sociedade
Site: http://auschwitz.org/en/
Para saber mais: Auschwitz-Birkenau (wiki)
Google Maps: https://goo.gl/maps/Auschwitz-Birkenau
Preço: 120 PLN (25 €)

⭐ Importância Histórica e Conteúdo ⭐ Sala de Exibição e Iluminação ⭐ Qualidade da Coleção dos Itens ⭐ Exibição e Exposição ⭐ Descrição e Display (Polonês + Inglês + Hebraico) ⭐ Fotografias e/ou Ilustração Explicativas ⭐ Recepção e Areas Públicas ⭐ Localização, Preço e Acesso

Enfim chegamos ao MEMORIAL AND MUSEUM AUSCHWITZ-BIRKENAU NAZI CONCENTRATION CAMP, um lugar sombrio de pesadas memórias. Sem dúvida um lugar marcado pelo sofrimento e dor. Bem mais que uma viagem histórica, um “desenrolar” espiritual em que as questões da psicologia social e política do séc. XX levaram ao colapso da razão. Auschwitz-Birkenau hoje encara de forma digna os tempos da escuridão que pairavam por entre as cercas e blocos de confinamento.

O tour pode ser feito individualmente, através do site, ou em grupos, utilizei uma promoção na internet O GetYourGuide para agendar meu tour porque, nesse caso, entendo que há a necessidade de um guia local descrevendo os detalhes de cada parte dos acessos aos campos de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, o que realmente mais me interessava era a história. Ao comprar pela internet tive todo o suporte via e-mail do qual informava a hora e local de encontro em Cracóvia — sim, a maioria dos tours para Auschwitz-Birkenau partem de Cracóvia, existem inúmeras agências oferecendo o tour direto pela cidade.

Saímos de manha cedo às 08h rumo a Auschwitz-Birkenau, em aproximadamente 1h de viagem chegamos ao primeiro destino – Auschwitz I. O tour é dividido em duas partes Auschwitz I e Auschwitz II-Birkenau, são dois campos com 2km de distância um do outro. Há um terceiro o Auschwitz III-Monowitz, O acampamento em Monowice foi um dos primeiros e também o maior dos subcampos de Auschwitz. Com o tempo, alcançou o status de quartel general dos subcampos “industriais”, e seu comandante era gerente e administrador, além de comandante das guarnições da SS que se reportaram a ele, mas nesse passeio/tour Auschwitz III-Monowitz ficou de fora.

Auschwitz I

O primeiro e mais antigo foi o chamado “main camp”, mais tarde também conhecido como “Auschwitz I“, o número de prisioneiros flutuava em torno de 15.000, às vezes subindo acima de 20.000. Tendo em vista as funções básicas de Auschwitz, sua história pode ser dividida em dois períodos básicos.

1. Desde a sua fundação em 1940 e a deportação do primeiro transporte de poloneses, presos políticos em 14 de junho de 1940, até os primeiros meses de 1942, quando funcionava exclusivamente como um campo de concentração – ou seja, predominantemente um local de matança lenta como o resultado de condições desumanas deliberadamente criadas, sobretudo fome.

2. Dos primeiros meses de 1942 a outubro de 1944, quando o campo continuou a funcionar como um campo de concentração para prisioneiros de várias origens étnicas (a partir de meados de 1942, principalmente judeus, poloneses e ciganos), enquanto simultaneamente funcionava como o maior centro para o imediato, assassinatos em massa de judeus trazidos para cá no âmbito da campanha pela destruição de toda a população judaica da Europa.

Nos últimos dois meses de existência, após o fechamento das câmaras de gás em outubro de 1944, em conexão com a situação militar crítica do Terceiro Reich e a esperada ofensiva soviética, o campo entrou na fase de liquidação final, que terminou com a evacuação dos oficiais alemães e prisioneiros.

Portão de Entrada Auschwitz I – Audio Guide e Grupo ao Fundo




Identificação dos Blocos


O campo de concentração de Auschwitz foi aberto no antigo quartel do exército polonês em junho de 1940. Vinte edifícios de tijolos foram adaptados, dos quais 6 eram de dois andares e 14 de um andar. No final de 1940, os prisioneiros começaram a adicionar o segundo andar aos blocos de um andar. Na primavera seguinte, eles começaram a montar 8 novos blocos. Este trabalho foi concluído no primeiro semestre de 1942. O resultado foi um complexo de 28 blocos de dois andares, a maioria foram usados ​​para abrigar prisioneiros.

Como regra, havia dois quartos grandes no andar de cima e vários quartos menores no andar de baixo. Os blocos foram projetados para abrigar cerca de 700 prisioneiros cada depois que o segundo andar foram adicionadas, mas na prática eles abrigavam até 1.200.








O interessante em estar com o audio-guide — no meu caso, em inglês, mas há a opção para quem deseja em espanhol — é que a medida que circulamos podemos ouvir e entender melhor os fatos e acontecimentos que marcaram Auschwitz nesse período entre Maio de 1940 a Janeiro de 1945, praticamente 05 anos de atividades “econômicas” nazistas.

Os alemães isolaram todos os campos e subcampos das áreas ao entorno – mais de 40 subcampos de Auschwitz, explorando os prisioneiros como trabalhadores escravos, foram fundados, principalmente em vários tipos de fábricas e fazendas industriais alemãs, entre 1942 e 1944 – e os cercaram com cercas de arame farpado. Todo contato com o mundo exterior era proibido. No entanto, a área administrada pelo comandante e patrulhada pela guarnição do campo da SSSchutzstaffel “Tropa de Proteção” – foi além do terreno cercado por arame farpado. Incluía uma área adicional de aproximadamente 40 quilômetros quadrados (a chamada “Interessengebiet” – a zona de interesse), que ficava ao redor dos campos de Auschwitz I e Auschwitz II-Birkenau.

A população local, os poloneses e judeus que moravam perto do campo recém-fundado, foram despejados em 1940-1941. Aproximadamente mil de suas casas foram demolidas. Outros edifícios foram designados para oficiais e oficiais não comissionados da guarnição do acampamento SS, que às vezes vinham com toda a família. As instalações industriais pré-guerra na zona, assumidas pelos alemães, foram ampliadas em alguns casos e, em outros, demolidas para dar lugar a novas fábricas associadas às exigências militares do Terceiro Reich. A administração do campo usou a zona ao redor do campo para suporte técnico, oficinas, armazenamento, escritórios e quartéis para o SS.

O que podemos entender é que Auschwitz-Birkenau foi um local onde eram alojadas a mão-de-obra, base escrava, para a industria e serviços pró Terceiro Reich. Além do fator econômico, que movimentava a industria da guerra, havia algo muito pior — uma ideologia sórdida de dominação que transformava as pessoas contraria aos preceitos nazistas em seres sub-humanos. Algo que aponta para uma catastrofe social movida pelo poder e a idéia de superioridade.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os médicos nazistas atenderam às expectativas da liderança do Terceiro Reich, apoiando as políticas demográficas do regime. Eles iniciaram uma ampla pesquisa sobre métodos de esterilização em massa que seriam aplicados a povos considerados pertencentes a uma categoria inferior.









Maquette – Fornalha | Crematório















O tour passa por vários blocos onde parte da história de Auschwitz-Birkenau é contada, entre estes blocos há diversos itens desde documentos, fotografias, objetos pessoais dos prisioneiros, etc … Entre estes o famoso Bloco 11 – Prisão, Condenação e Morte, além do edíficio da oficina da morte A Câmara de Gás.

A punição regulamentar foi aplicada em Auschwitz com base em ordens escritas do comandante ou do diretor do campo, bem como relatórios de homens da SS. As infrações punidas com mais frequência incluíam todas as tentativas de adquirir alimentos adicionais, várias formas de fugir ou trabalhar de maneira insatisfatória, fazer coisas como fumar ou descansar em hora imprópria, vestir roupas não regulamentadas ou tentar cometer suicídio.

As punições foram completamente arbitrárias. Os presos receberam penas diferentes pelos mesmos crimes. As punições mais frequentes foram açoitamento, confinamento no bloco 11 do campo principal, “o posto” (strappado ou “tortura pendurada”) ou a pena capital.

Bloco 11 – Detenção, Julgamento e Execução

Memorial | Pátio de Execução



Câmara de Gás


O dia de trabalho começava às 4:30 no verão e às 5:30 no inverno. Os prisioneiros levantavam ao som de um aviso por meio de sirenes e cuidadosamente arrumavam seus aposentos. Em seguida, se lavavam e antes de tomar o “café” ou “chá”. Ao som de um segundo sinal, corriam para a praça de chamada, onde se alinhavam em fileiras de 10/4. Os prisioneiros eram contados durante a chamada. Se os números não correspondessem, a chamada seria prolongada. Finalmente, a ordem dos trabalhos eram definidas.


Os prisioneiros que trabalhavam em locais a vários quilômetros de distância não participavam da chamada – eles partiram para o trabalho mais cedo. Os prisioneiros que faziam os trabalhos internos, como hospital, cozinha ou orquestra, também eram privados da chamada. A chamada da manhã foi abolida em fevereiro de 1944, a fim de maximizar o tempo gasto no trabalho.

Os prisioneiros realizavam vários tipos de trabalho dentro e fora dos limites do campo. A partir do final de março de 1942, o dia útil mínimo era de 11 horas. Esse tempo foi estendido no verão e encurtado no inverno. O intervalo para a refeição do meio-dia durava das 12 às 13 horas. Dependendo da época do ano, poderia ser estendido para 2 horas ou reduzido para meia hora.

Os prisioneiros retornavam ao campo sob escolta da SS antes do anoitecer. Eles freqüentemente carregavam os cadáveres daqueles que morreram ou foram mortos enquanto trabalhavam. A chamada noturna começava às 7 horas e, como pela manhã, poderia ser prolongada por discrepâncias no número de prisioneiros. Após a chamada, os presos recebiam o pão da noite com o acompanhamento. Eles tinham tempo livre após o jantar. Até o primeiro aviso, o sinal para que todos voltassem aos seus aposentos, os prisioneiros esperavam sua vez pelos banheiros e toaletes. Eles também podiam receber correspondência (e, após 1942, encomendas) ou visitar conhecidos em outros blocos. O segundo aviso, às 9 horas, anunciava o silêncio noturno.

Os prisioneiros não precisavam trabalhar todos os domingos e feriados, dos quais passavam arrumando seus aposentos, consertando ou lavando suas roupas, ou barbeando e cortando o cabelo. Eles também podiam assistir a concertos da orquestra no acampamento e, a cada duas semanas, enviar cartas oficiais para suas famílias.








Auschwitz II – Birkenau


Birkenau foi o maior dos mais de 40 campos e sub-campos que compunham o complexo de Auschwitz. Durante seus três anos de operação, ele teve várias funções. Quando a construção começou em outubro de 1941, era para ser um campo para 125 mil prisioneiros de guerra. Foi inaugurado como um ramo de Auschwitz em março de 1942 e serviu ao mesmo tempo como um centro para o extermínio dos judeus. Em sua fase final, a partir de 1944, tornou-se também um local onde os prisioneiros estavam concentrados antes de serem transferidos para o trabalho na indústria alemã do Terceiro Reich.

A maioria – provavelmente cerca de 90% – das vítimas do campo de concentração de Auschwitz morreu em Birkenau. Isso significa aproximadamente um milhão de pessoas. A maioria, mais de nove em cada dez, eram judeus. Uma grande proporção dos mais de 70 mil poloneses que morreram ou foram mortos no complexo de Auschwitz pereceu em Birkenau. O mesmo fizeram aproximadamente 20 mil ciganos, além de prisioneiros de guerra soviéticos e prisioneiros de outras nacionalidades.

Portão da Morte | Auschwitz II – Birkenau




Crematório | Destruído pelos Soldados Nazistas antes da Libertação do Campo pelo Exército Soviético









Números gerais por etnia ou categoria de deportados

Judeus – 1 milhão
Poloneses – 70-75 mil
Ciganos – 21 mil
Prisioneiros de guerra soviéticos – 15 mil
Outras – 10-15 mil

Total
Aproximadamente. 1,1 milhão

— Que o Museu e Memorial do Complexo de Auschwitz sirva de lição para a humanidade. Um valew valew.

Le Musée Matisse #Nice, France

Le Musée Matisse
Cidade:  Nice, France
Local: 164, avenue des Arènes de Cimiez | Colina Cimiez
Tema: Bellas Artes | Henri Matisse
Link: https://www.musee-matisse-nice.org/
News: Henri Matisse – The King of Colour – BBC
Google Maps: https://goo.gl/maps/MuseuMatisse
Price: 10
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Maidan | Praça da Independência #Kiev, Ucrânia

Maidan | Praça da Independência
Cidade: Kiev, Ucrânia
Local: Centro | Praça da Independência
Área: Maidan Nezalezhnosti
Tema: Política, Sociedade e Revolução
Foco: Revolução Estudantil contra o Governo
Período: Dez 2013 a Março de 2014
Documentário Netflix: Winter On Fire: Ukraine’s Fight for Freedom
Wiki: https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolução_Ucraniana_de_2014
Site: https://www.maidanmuseum.org – Museum Em Construção –
Google Maps: https://goo.gl/maps/MaidanSquare
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Museo Taurino & Plaza La Monumental #Barcelona, Espanha

Museo Taurino e Plaza La Monumental
Cidade: Barcelona, Espanha (Catalunha)
Local: Gran Via de les Corts Catalanes
Metro: La Monumental – linha 2 lilás
Tema: Antiga Arena de Touradas
Site: http://museotaurino/barcelona
Google Maps: https://goo.gl/maps/MuseoTaurino
Preço Normal: 6 €
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Museu da Fotografia #Nice, França

Musée de La Photographie Charles Nègre
Cidade: Nice, França
Local: Place Pierre Gautier, Centro entre Promenade du Paillon (Parque) e a Promenade des Anglais (Praia)
Tema: História e Arte Fotografica de Nice
Link: http://museephotographie.nice.fr/
Facebook /museevilledenice
Google Maps: https://goo.gl/maps/MuseeLaPhotographie
Preço*: 10 EUR (24h) | 20 EUR (7 dias)
(*) Planeje sua visita e adquira o Passe para os Museus de Nice
http://www.nice.fr/fr/culture/musees-et-galeries/preparer-ma-visite
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